Marcas para empreendedores.
Fontes para todos.

A gente nasceu para trabalhar ao lado de gente que cria empresas para o mundo e ajudá-los a comunicá-las do jeito mais significativo e interessante para seus clientes.

Sabemos que para as marcas dos nossos clientes atingirem todo seu potencial, elas precisam que sua representação visual seja melhor e mais valiosa, do logotipo ao site.

E gostamos tanto disso que criamos nosso produto e viramos também empreendedores. Nossas fontes são ferramentas completas e profissionais para que agências, estúdios, designers e amadores criem novas ideias.

Os pontos ao lado representam nosso jeito de pensar e fazer design.

  • Nosso cliente é o mundo

    Nosso papel é usar as ferramentas do design para de alguma forma melhorar o mundo para as pessoas. Se isso não estiver acontecendo temos que reescrever nosso papel.

  • Contexto é tudo

    Para quem, por que, pra que, como, onde e quando. Essas questões básicas definem o problema que estamos tentando resolver. Sem mergulhar nisso, o que fazemos tem que ganhar outro nome, não é design.

  • Experimentar é fundamental

    Testar rápido e entender como se pode melhorar rápido, para evoluir cada vez mais na direção do que vai de fato melhorar o mundo.

  • Aprender é básico

    Ser designer é estar sempre atento e de cabeça aberta para aprender. Do mais banal ao mais complexo, cada novo projeto apresenta uma série de oportunidades de aprender e experimentar.

  • A limitação imposta pelo cliente liberta

    Design sem limitação é arte. Limitar é preciso, seja o orçamento, meio, cor. Tudo que é imposto pelo cliente ou por nós mesmos estabelece a regra do jogo. Regras que o designer pode seguir ou quebrar.

  • O portfólio esconde o processo

    O que o cliente enxerga no portfólio de um designer, que brilha em qualidade, serve a dois propósitos: mostrar o resultado de um longo processo de experimentação, edição e erros sucessivos e esconder o processo e fazer com que pareça mágica.

  • Design é uma mola para inovação

    Olhar para um problema e ser capaz de enxergá-lo de diversos pontos de vista, testar várias possibilidades e entender mais sobre o objeto a cada etapa sem medo de errar. Repetir a operação. A fagulha da criatividade é criada no atrito entre observação, análise e persistência.

  • Nossa opinião vale muito

    Somos treinados para enxergar o problema pelo lado do cliente. Ouvimos com atenção e observamos construtivamente.

  • O cliente deve agir como facilitador

    Deve compreender o papel do designer e jogar no mesmo time. Como todo serviço, o resultado de um projeto está diretamente relacionado com o papel do cliente.

  • O designer tem que ser profundo

    Em todo projeto, sempre existe uma verdade, um lugar onde os jargões não valem e em que só resta aquilo que realmente move o assunto para frente, pra melhor. A tarefa do designer é buscar essa verdade.